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Operação

Operação prende quatro pessoas e apreende 200 celulares sem nota fiscal

Nova etapa da Operação Cruzada foi deflagrada nesta terça-feira (8). Celulares sem comprovação de origem serão analisados com auxílio da Anatel

09/10/2019 08h34
Por: Fernanda Souza
Fonte: Acrítica
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Reprodução
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Uma nova etapa da Operação Cruzada foi deflagrada deflagrada nesta terça-feira (8) em bairros da Zona Norte de Manaus. Ao longo do dia, quatro pessoas foram detidas e outras cinco conduzidas a delegacias para esclarecimentos, sob suspeita de receptação de veículos e celulares roubados. Até o momento, 200 telefones celulares foram apreendidos por falta de comprovação de origem.

A ação foi realizada pela Polícia Civil e Polícia Militar, com apoio da Polícia Rodoviária Federal, com Com o intuito de combater o roubo de veículos que são levados para oficinas de desmanche, além do roubo e furto de aparelhos celulares no transporte coletivo.

Na área de combate a roubos e furtos de veículos, as ações foram concentradas nas oficinas suspeitas de praticarem desmanche de automóveis. Ao todo, 10 oficinas localizadas no bairro Mutirão foram fiscalizadas. Nos locais, os policiais encontraram peças de veículos roubados.

Durante a abordagem, quatro pessoas foram presas em flagrante por receptação de motores de veículos roubados. Durante a ação, quatro máquinas de jogos de azar também foram apreendidas. Além do bairro Mutirão, os policiais também estiveram nos bairros Cidade Nova e Novo Aleixo.

Operação Offline 2

Dentro da Operação Cruzada, ocorreu mais uma etapa da Operação Offline, focada no combate aos roubos e furtos de celulares em ônibus do transporte coletivo. Esta é a segunda vez que as polícias desencadeiam ações em zonas comerciais onde há suspeita de comercialização de aparelhos eletrônicos furtados ou roubados. No Centro, mais de 600 celulares foram apreendidos, em agosto.

Desta vez, cinco pessoas foram detidas para esclarecimentos e cerca de 200 celulares estão sendo analisados individualmente para identificação de origem.

“O primeiro ponto é ver se os celulares que estão com esses suspeitos têm nota fiscal. Como não tinha, nós apreendemos os aparelhos, e agora eles serão submetidos a análise junto à Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) e ao Sisp (Sistema de Segurança Pública), para saber se há registro”, explicou o diretor do Departamento de Polícia Metropolitana (DPM), delegado George Gomes.

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