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Manaus,04/04/2026

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Na Assembleia Geral da ONU, Rússia e Ucrânia apresentam narrativas opostas sobre a guerra

Enquanto os russos defendem ser uma operação especial, os ucranianos condenam o ataque e o chamam de genocídio.

G1
Na Assembleia Geral da ONU, Rússia e Ucrânia apresentam narrativas opostas sobre a guerra Reuters/Carlo Allegri
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A Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU) aprovou, nesta quarta-feira (2), por ampla maioria uma resolução contra a invasão russa da Ucrânia após três dias de discursos de mais de cem países.


Durante as falas foi possível ver a forma como cada país enxerga os acontecimentos no leste europeu. Enquanto a Ucrânia denuncia a ação militar como um genocídio, os russos chamam a atitude de operação especial.


O embaixador da Ucrânia na ONU, Sergei Kislitsia, denunciou nesta quarta-feira um "genocídio" em andamento em seu país, perpetrado pela Rússia, durante o discurso na tribuna da Assembleia Geral.


"É fácil assinar a Carta das Nações Unidas em tempos de paz. Venha assiná-la em tempos de guerra" após a esperada votação da Assembleia Geral, lançou, brandindo o pequeno livreto azul, na intenção dos 193 países membros da Organização presentes ao seu discurso, pontuado por fortes aplausos.


Kislitsia ainda comparou o presidente russo Vladimir Putin com Hitler. Falando na ONU, ele disse que a invasão russa da Ucrânia tem como objetivo “privar a Ucrânia do próprio direito de existir”.


"Eles vieram para resolver a questão ucraniana", Kislitsia. "Há mais de 80 anos, outro ditador tentou resolver a questão de outro povo. Ele falhou, e foi o mundo que respondeu de forma resoluta e unida."


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