Ministro que veio a Manaus já foi apontado como um dos advogados do PCC
Foto: Pedro Willmersdorf O ministro da Justiça e Cidadania, Alexandre de Moraes, que esteve em Manaus na noite desta segunda-feira (2) para definir ações para reordenar o sistema prisional do estado, após o massacre que deixou mais de 50 mortos no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), foi acusado no ano passado de prestar serviços de advocacia para uma empresa supostamente ligada à organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), principal rival da facção criminosa Família do Norte (FDN), no Amazonas.
Quase todos os presos mortos ontem no Compaj eram membros do PCC.
Em 2015, reportagem do jornal “Estado de S. Paulo” afirmou que Alexandre constava no Tribunal de Justiça de São Paulo como advogado em pelo menos 123 processos da área civil da Transcooper. A cooperativa é uma das cinco empresas e associações que está presente em uma investigação que trilha movimentações de lavagem de dinheiro e corrupção engendrado pela organização criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital). À época, Alexandre disse, por meio de nota, que “renunciou a todos os processos que atuava como um dos sócios do escritório de advocacia” e que estava de licença da OAB durante o período investigado.



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