Wilson Lima é cobrado por professores após atraso nas progressões da Seduc
Categoria acusa o governador de descumprir promessa feita em novembro e cobra pagamento com retroatividade ainda em 2025.
Reprodução/Internet O governador Wilson Lima (União Brasil) voltou a ser alvo de críticas de professores e servidores da Secretaria de Estado de Educação (Seduc) após mais um atraso no pagamento das progressões funcionais. A cobrança tomou força nas redes sociais do próprio governador, onde diversos educadores questionam: “Cadê as progressões da Seduc?”.

A insatisfação cresceu depois que o chefe do Executivo descumpriu a promessa feita no início de novembro, durante reunião com representantes da categoria para tratar das datas-base. Na ocasião, segundo o presidente da Asprom-Sindical, Lambert Melo, Wilson Lima garantiu que assinaria o decreto autorizando o pagamento das progressões, o que não ocorreu até agora.
“Todos os professores e servidores da Seduc esperavam que fosse feito agora, neste mês de novembro, mas não aconteceu. A categoria ficou profundamente decepcionada, porque acreditava que a promessa seria cumprida”, afirmou Melo ao Portal AM1. Ele destacou que o governador tem um histórico de atrasos: “Infelizmente, como já é de praxe, essa promessa do governador não foi cumprida”.
A entidade sindical cobra que o pagamento seja efetuado ainda em dezembro, último mês de 2025, já que novembro passou em branco. Para Lambert Melo, Wilson Lima precisa ter “a umbridade de honrar a palavra” após divulgar nas redes oficiais e pessoais que faria o pagamento.
Melo também lembrou que a dívida com os trabalhadores da educação se arrasta desde 2019, ainda no primeiro mandato do governador.
“Esperamos que seja pago agora em dezembro e com retroatividade, voltando a todos os anos em que essas progressões deveriam ter sido pagas e não foram”, reforçou.
Enquanto isso, a frustração da categoria cresce. Educadores continuam pressionando Wilson Lima nas redes sociais, cobrando uma solução para um problema que já se arrasta há seis anos e que, mais uma vez, permanece sem resposta.



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