Spider minimiza relação de 'amor e ódio' dos fãs e garante: 'Sempre dei sangue e coração'
Foto: Reprodução/Internet
Ainda recordista em defesas de cinturão e um dos maiores nomes da história do Ultimate Fighting Championship, Anderson Silva vive fase instável e não vence há quatro anos. O ex-campeão é constantemente alvo de críticas pelo estilo no octógono – com brincadeiras, provocações e bastante confiança na habilidade na trocação, também motivos de empolgação do público. Atração do UFC 208, neste sábado, no Brooklyn, em duelo contra Derek Brunson, o 'Spider', no entanto, minimizou essa relação de ‘amor e ódio’ e garantiu que sempre demonstrou determinação aos fãs.
“Passei por muitas coisas na minha vida. Durante todo esse longo tempo da minha carreira, eu dei meu coração, meu sangue, e lutei muitas vezes. Fiz isso a minha carreira inteira no UFC”, declarou o ex-campeão dos médios, em conversa com os jornalistas no Media Day do UFC em Nova York, nessa quarta-feira.
Anderson Silva ressaltou que o comprometimento com as artes marciais mistas foi comprovada na luta contra Daniel Cormier, no UFC 200, em julho do ano passado. Na ocasião, o veterano aceitou substituir Jon Jones, flagrado por doping, a três dias do evento e encarou o atual campeão dos meio-pesados, em duelo sem cinturão em jogo. Apesar da falta de preparação, o brasileiro teve bom desempenho, chegando a dar sufoco em 'DC' no terceiro round, mas foi derrotado por decisão unânime dos juízes.
“Na luta contra Cormier, eu provei a mim mesmo o quanto eu tenho paixão por esse esporte, o quanto eu respeito esse esporte. Eu sou um lutador. Esta é a minha vida. Sou parte desta companhia. A luta contra Cormier não foi a primeira vez que eu ajudei o UFC. Se o UFC precisar da minha ajuda, eu estou aqui para ajudar”, assegurou.
Aos 41 anos, Anderson Silva viu o campeão do peso mosca, Demetrious Johnson, igualar seu recorde em defesas de cinturão, com dez vitórias. O ‘Spider’ não vence desde outubro de 2012, quando nocauteou Stephan Bonnar. Desde então, ele perdeu o título dos médios, sofreu grave lesão na perna esquerda e foi suspenso por doping. No evento no Brooklyn, o ex-campeão busca a redenção e encerrar o incômodo jejum de cinco lutas.



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