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Namoro a três

Há um ano juntos, homens contam como vivem o namoro a três: 'espontâneo e natural'

No Dia dos Namorados, o ‘trisal’ de Rio Claro (SP) contou sobre como se apaixonaram e como é dividir a casa e todas as emoções do relacionamento fora do padrão.

13/06/2019 14h00Atualizado há 3 meses
Por: Fernanda Souza
Fonte: G1
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Reprodução
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 Oficializar a união e formar uma família em Rio Claro (SP). Esse é o desejo em comum de Alan, Cristhian e Rodrigo, que nesta quarta-feira (12), Dia dos Namorados, completam um ano como um 'trisal', termo que remete ao relacionamento a três, também conhecido como poliamor.

História de amor

A história de amor entre eles começou quando o arquiteto Cristhian Carpiné e o fotógrafo Rodrigo Farias, que já namoravam há 4 anos, se apaixonaram pelo bailarino Alan Ribeiro.

Eles estavam em um relacionamento aberto há algum tempo e costumavam conhecer outros homens, até que viram Alan pela primeira vez no bar em que ele trabalhava.

“Nós ficamos loucos. Foram semanas investindo e tentando puxar assunto pela internet. Nas festas juninas enviamos correio elegante. Começamos a conversar mesmo por conta de uma música que o Cris compartilhou e ele gostou”, disse Rodrigo.

A música em questão era Bixinho, de Duda Beat, em que ela se declara para um amor que nunca havia conhecido antes. Na tentativa de conquistar seu coração, Rodrigo pediu que a cantora e compositora dedicasse um trecho da canção para Alan no Instagram. Ela atendeu ao pedido e, no Dia dos Namorados do ano passado, os três estavam oficialmente namorando.

Dificuldades

Questionados sobre as maiores dificuldades em manter um relacionamento a três, eles não surpreendem ao compartilhar problemas de relacionamentos comuns. Para eles, lidar com as diferentes intensidades de opiniões e desejos são os pontos que mais exigem maturidade na relação.

Depois disso, vem a necessidade de entender que a relação que cada um tem com o outro é diferente, mas o sentimento envolvido é o mesmo e, por isso, é preciso trabalhar cada vez mais a paciência e a compreensão para manter o relacionamento saudável.

O famigerado ciúmes, comum a quase todos os relacionamentos amorosos, também é uma coisa que foi trabalhada e, hoje, não gera mais insegurança entre eles. Qual o nome do remédio? Novamente, o diálogo.

 

 

 

 

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