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Saúde

11/02/2019 ás 15h36

101

Jéssyca Lorena

Manaus / AM

Médicos voltam a reclamar de salários atrasados e precariedade, em Manaus
Categoria deve se reunir com Governo do AM
Médicos voltam a reclamar de salários atrasados e precariedade, em Manaus
Eliana Nascimento/G1 AM

Com salários atrasados e situação de trabalho em estado precário, médicos se reuniram na manhã desta segunda-feira (11), em frente ao Hospital e Pronto Socorro 28 de Agosto na Zona Centro-sul de Manaus, onde relataram que ainda na tarde de hoje, a classe irá se reunir com o secretário de Saúde para voltarem a relatar o descaso. De acordo com o presidente do Instituto de Cirurgia do Amazonas (ICEA), Dr. José Francisco, "a briga é por condições de resgatar a dignidade da classe médica".


Ao jornal o presidente relatou que a classe médica recebeu uma proposta "razoável" e que entendem o novo governo está assumindo uma responsabilidade da gestão anterior.


"Nos foi repassado que, assumiram a responsabilidade do governo anterior para pagamentos dos médicos e que logo, concluiriam mensalmente, honrariam seus compromissos e principalmente se comprometeram, no menor tempo possível, resolver as condições de trabalho e abastecimento das unidades de saúde do estado", disse.


Questionado se a classe médica já houve algum pagamento salário atualizado, o presidente relatou que tiveram apenas 70% de uma competência e 30% de outra. "Existe a promessa de que até final do mês cair mais 100%", afirmou.


No local, o presidente relatou ainda sobre "a precariedade de insumos, falta de condições mínimas de atendimento e principalmente a falta de medicação".


Segundo o presidente, a mobilização da classe médica deve continuar no sentido, de manter informado os órgãos de controle de saúde, para falta de insumo e, principalmente, as condições de trabalho.


"A nossa briga não é só pelo salário, a gente quer resolver uma parte 'entre aspas'. O mais importante é o abastecimento das unidades serem mantidas e as condições de trabalho serem reorganizadas, para gente poder ter dignidade ao atender a população", finalizou.


A Rede Amazônica tentou contato com a Secretaria de Estado de Saúde (Susam), mas não obteve resposta.

FONTE: G1/AM

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