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Em nota, presidente do Boi Garantido diz que decisão de Melo é uma tragédia para a economia de Parintins

21/05/2016 às 07h36 Atualizada em 25/01/2017 às 21h12
Por: Holofote Manaus - Especial
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Foto: Divulgação
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Após tomar conhecimento da decisão do Governador José Melo de cortar o repasse da verba para a realização do 51° Festival Folclórico de Parintins, o presidente do Boi Bumbá Garantido, Adelson Albuquerque disse que a decisão do governador "se configura como uma tragédia econômica para o município de Parintins".
Confira a nota na íntegra abaixo:
Nota oficial do boi Garantido
Em face das recentes declarações do governador José Melo, que defendeu em seu discurso, durante coletiva á imprensa na manha desta sexta-feira (20), o corte total de investimentos do Estado no 51 Festival Folclórico de Parintins, evento de proporções nacionais e internacionais, o presidente da Associação Folclórica Boi-Bumbá Garantido (AFBBG), Adelson Albuquerque vem a público adiantar que toda e qualquer decisão desta associação folclórica diante do exposto, só ocorrerá na próxima terça-feira, quando está programada reunião oficial entre os presidentes dos bois e o governo do Estado
Adelson Albuquerque adianta, que após o cancelamento de três reuniões com o governador José Melo, o anúncio propagado pela imprensa, após a coletiva, pegou toda a diretoria do “boi do Povão” de surpresa. 
O presidente do Garantido comenta ainda, que ele e toda a sua gestão, esperam o comunicado de forma oficial. Caso se confirme as declarações do governador, a decisão se configura como uma tragédia econômica para o município de Parintins. 
“O Festival não é somente um evento cultural por si só, faz parte da indústria cultural do Estado do Amazonas, seu desdobramento econômico é tentacular, atingindo uma cadeia que será quebrada”, declara o presidente. “Temos patrocinadores máster de porte internacional, empresas de turismo que já venderam pacotes, hotéis em Manaus e Parintins que fecharam reservas, empresas que estavam interessadas em fechar parceria com o festival e que certamente depois desse anuncio, por temeridade, não entrarão no evento”, lamenta.
“O Festival de Parintins movimenta uma cadeia econômica que se reverte em impostos para o Estado, todos ganham com o evento, não quero acreditar que o governo do Estado cometerá esse erro histórico”, finalizou Adelson Albuquerque.

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