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Polícia Policial

Homem revela motivo de assassinar mãe e filho em Manaus e diz que neto também era alvo

O neto estava marcado para morrer porque estaria vendendo drogas na comunidade.

10/08/2022 às 14h17
Por: Portal Holofote Fonte: Portal do Holanda
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 Jander Robson / Portal do Holanda
Jander Robson / Portal do Holanda

A Polícia Civil falou na manhã de hoje (10), sobre a prisão de Carlos Alberson Pereira do Nascimento, 37, que confessou ter matado idosa Cynthia Holanda, 65, e do filho dela, Luiz Carlos Holanda, 43, mortos no último domingo (7), no bairro Lago Azul. O homem revelou que tinha mais um alvo, mas ele não estava no local no momento do crime.

A terceira vítima seria o neto da idosa e o motivo tem ligação com o tráfico de drogas na área. Segundo a delegada Marília Campelo, Carlos se entregou na sede da DEHS na tarde dessa terça-feira (9), e em depoimento contou que a idosa foi morta porque teria denunciado ele à polícia.

“Ele diz que foi ao local para cometer um triplo homicídio que seria da avó, do filho e do neto. Ele diz que essa senhora teria dedurado ele para a Polícia Militar que fez uma abordagem contra ele nesses dias e por isso, ele teria matado ela, porque ela era ‘x9 e cagoeta’, esses foram os termos que ele usou”,  diz a delegada.

Conforme Carlos, Luiz morreu por outra razão. Porque teria negociado armas com ele, mas não entregou toda a mercadoria: “Ele teria matado o filho dela porque negociou três armas de fogo, das quais recebeu apenas uma, e estaria enrolando ele para entregar as outras duas”, destaca Marília.

O neto estava marcado para morrer porque estaria vendendo drogas na comunidade. O rapaz não estava na casa no momento em que Carlos decidiu invadir.

Apesar de afirmar que cometeu os homicídios sozinhos, a polícia já sabe que havia outro executor na cena do crime e investiga ainda quem seria o mandante da barbárie.

“Nós sabemos que nesse crime existe um comparsa e um mandante ou pelo menos alguém do tráfico de drogas daquele lugar que tenha autorizado as execuções”, completa.

No dia do crime, outro homem chegou a ser preso apontado como um dos autores do crime, mas ele não confessou e após ser ouvido, foi liberado. 

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