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Encontro

Durante encontro com Bolsonaro, sertanejos pedem fim da ‘meia-entrada’

Bruno e Marrone; Cesar Menoti e Fabiano; Henrique e Juliano; João Neto e Frederico; e Matheus e Kauan foram alguns dos artistas presentes

29/01/2020 15h35
Por: Fernanda Souza
Fonte: D24Am
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Reprodução
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O presidente Jair Bolsonaro garantiu apoio às demandas de artistas sertanejos durante cerimônia no Palácio do Planalto, nesta quarta-feira (29), em homenagem a eles. Segundo Bolsonaro, o Legislativo “tem lá suas divisões”, mas é possível convencê-los a aprovar determinadas pautas.

Durante a cerimônia, um representante dos produtores de evento pediu o fim da meia-entrada em evento culturais e uma mudança na regulamentação dos direitos autorais.

“Alguns de vocês (artistas sertanejos que o apoiaram na eleição) até perderam contratos e foram perseguidos, mas isso não foi em vão. No que depender de mim, em se apresentando a proposta, levaremos ao ministro Jorge Oliveira (responsável pela Subchefia de Assuntos Jurídicos da Presidência), e, não encontrando óbices jurídicos e constitucionais, nós apresentaremos decreto o mais rápido possível, ou projeto de lei”, disse Bolsonaro.

De acordo com o presidente, a “causa dos sertanejos é mais do que justa”. O mandatário, entretanto, não especificou quais seriam as demandas. O objetivo, afirmou, é facilitar o trabalho dos artistas desse gênero musical para que eles “continuem a levar alegria para a população”.

O evento reuniu duplas sertanejas como Bruno e Marrone, Cesar Menoti e Fabiano, Henrique e Juliano, João Neto e Frederico e Matheus e Kauan. O ator Dedé Santana também estava entre os presentes.

Durante o discurso, Bolsonaro agradeceu o “apoio gratuito” que recebeu de parte dos artistas sertanejos durante a campanha eleitoral. O presidente considera que assumiu o comando do País “em dívida” com o grupo. “Chegamos à Presidência devendo a vocês o apoio gratuito que recebemos no momento em que a política estava desacreditada”, disse.

“Fizemos o que poucos acreditavam, formamos ministérios sem pressão política, assim como presidentes de estatais e bancos. Demos um grande golpe na corrupção, mais do que combater na causa, investimos na prevenção. Não foi fácil, tem muita coisa errada no Brasil, coisa que nem eu, com 28 anos de experiência como deputado, podia acreditar”, declarou Bolsonaro.

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