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Redução

Preço da gasolina cai em Manaus após instalação da CPI dos Combustíveis

Apesar do preço médio do litro nas distribuidoras ter aumentado 2,71% neste período, em alguns postos o litro da gasolina é vendido R$ 0,56 mais barato que antes da CPI

25/04/2019 09h17
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Fonte: A crítica
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Divulgação
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Após a instalação da CPI dos Combustíveis na Assembleia Legislativa do Amazonas (ALE/AM), há quase um mês, o preço médio da gasolina nos postos de combustíveis em Manaus diminuiu. Dados obtidos no site da Agência Nacional de Petróleo (ANP) revelam que a queda no valor da gasolina contrasta com a alta de 2,71% do preço médio praticado pelas distribuidoras de combustíveis da capital.

Instalada no dia 28 de março e presidida pela deputada Joana Darc (PR), a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) investiga a suspeita da existência de um cartel entre os donos de postos de combustíveis.

De acordo com a ANP, no período de 31 de março a 4 de abril, às vésperas do início dos trabalhos da CPI – no dia 5 de abril –, o preço médio da gasolina nos postos de combustível em Manaus era de R$ 4,35. Na ultima pesquisa divulgada pela Agência, que considera os valores entre 14 e 20 de abril, o preço médio nos postos da capital caiu para R$ 4,30, representando queda de 1,14%.

Números disponibilizados no site Busca Preço, da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz-AM), demonstram que, nesta quarta-feira (24), já é possível encontrar em bairros como Praça 14 e Distrito Industrial, na Zona Sul, postos com preços de até R$ 3,79 e R$ 3,87, respectivamente. Isso indica queda de até 11,8% (R$ 0,56) em relação ao preço médio da gasolina praticado no período anterior à instalação da CPI (R$ 4,35).

Preço nas distribuidoras subiu

Apesar da queda no preço da gasolina praticado nos postos, nas distribuidoras o valor aumentou R$ 0,11 após a instalação da CPI.  Entre 31 de março e 4 de abril, conforme a ANP, o preço médio nas distribuidoras era de R$ 3,67. Já na última pesquisa da Agência, feita entre 14 e 20 de abril, o litro custava em média R$ 3,78, uma alta de quase 3%.

Conforme a Petrobras, o preço da gasolina é composto por distribuição e revenda (11%); custo etanol anidro (13%); ICMS (29%); Cide e PIS/Pasep e Cofins (15%) Realização Petrobras (32%).

A reportagem do Portal A Crítica tentou contato com o vice-presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo, Lubrificantes, Alcoóis, e Gás Natural do Estado do Amazonas (Sindicombustíveis/AM), Geraldo Dantas, por meio do número (92) 999XX-XX25, mas não obteve sucesso.

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