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Polícia

20/04/2018 ás 16h32

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Redação

Manaus / AM

Polícia prende cinco pessoas e apreende armas e motos durante operação 'Peregrino', em Borba
A ação policial resultou nas prisões, em flagrante, de três pessoas com armas de fogo e munições
Polícia prende cinco pessoas e apreende armas e motos durante operação 'Peregrino', em Borba

A Polícia Civil do Amazonas, sob a coordenação do delegado-geral adjunto, Antonio Chicre Neto, deflagrou ao longo de quinta-feira (19/04), a operação “Peregrino”, em Borba, município distante 151 quilômetros em linha reta da capital, com o objetivo de cumprir mandados de busca e apreensão e combater crimes de tráfico de drogas e comercialização ilegal de arma de fogo no lugar. A ação policial resultou nas prisões, em flagrante, de três pessoas com armas de fogo e munições e no cumprimento de mandados de prisão preventiva em nome de dois infratores.


 Foram apreendidas ao longo da ação cinco motocicletas com placas clonadas e chassis adulterados. Os veículos foram recolhidos durante blitze realizadas nas principais ruas de Borba. Também foram realizadas revistas nas duas celas da 74ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP), situada em Borba, onde os policiais encontraram uma porção pequena de maconha, três barras de ferro, sete aparelhos celulares, quatro carregadores de celular e um pedaço de serra.  



Colaboraram com a ação policiais civis lotados no gabinete do delegado-geral e delegado-geral adjunto, Departamento de Investigação sobre Narcóticos (Denarc), Departamento de Repressão ao Crime Organizado (DRCO), Grupo Força Especial de Resgate e Assalto (Fera), Delegacia Especializada em Roubos e Furtos de Veículos (Derfv), Departamento de Polícia do Interior (DPI) e 74ª DIP.


Flagrantes - De acordo com o delegado-geral adjunto da Polícia Civil do Estado, ao longo das diligências, as equipes prenderam, em flagrante, José Valme Martins de Sá, 46, e o filho dele, Eliel Martins de Sá, 24, por posse ilegal de arma de fogo de uso permitido. Kaleb Nascimento Hazan, 31, foi preso por posse ilegal de munição de uso permitido. 


“No início da manhã de ontem realizamos a abordagem na casa de José e Eliel, situada na rua Perimetral Norte, bairro Ipiranga, em Borba. José, ao perceber a chegada das nossas equipes, jogou uma espingarda pela janela que dá acesso ao quintal dele, onde reside o filho, Eliel. Durante revista, encontramos uma espingarda calibre 22 e outra de calibre 28, dois frascos de pólvora, cinco munições de calibre 28 e seis munições de calibre 20”, explicou Chicre Neto.


Dando continuidade aos trabalhos, os policiais civis se deslocaram até à casa de Kaleb, situada no beco GM, bairro Cristo Rei, em Borba, um dos endereços mencionados nos mandados de busca e apreensão. “Nos deslocamos para cumprir as buscas e encontramos Kaleb. Durante revista no imóvel, encontramos munições de calibre 22, um colete balístico, três aparelhos celulares, R$ 210 em espécie e um caderno contendo anotações relacionadas à venda de drogas. Em seguida ele foi levado até à delegacia para os procedimentos cabíveis”, declarou o delegado-geral adjunto.


Autuação - José e Eliel foram autuados em flagrante por posse ilegal de arma de fogo de uso permitido. Foi arbitrada fiança no valor de R$ 960 aos infratores. O valor solicitado foi pago e eles irão responder pelo delito em liberdade. Já Kaleb foi autuado por munição de uso permitido. Foi arbitrada fiança no valor de R$ 1 mil. O valor não foi pago e o infrator irá ficar custodiado na 74ª DIP, à disposição da Justiça.


Prisão preventiva – Ao longo da operação, os policiais civis cumpriram mandados de prisão preventiva em nome de Zedequias Colares de Souza, 19, por tentativa de homicídio, e em nome de Kelio Bessa Prado, 21, conhecido como “Kelinho”, por homicídio e estupro de vulnerável. O delegado Antonio Chicre Neto ressaltou que tanto os mandados de prisão quanto os de busca e apreensão foram expedidos pela juíza Luiziana Teles Feitosa Anacleto, interina da Comarca de Borba.


Zedequias foi indiciado por tentativa de homicídio e Kelio por homicídio e estupro de vulnerável. Ao término dos procedimentos cabíveis na 74ª DIP, os infratores ficarão custodiados na carceragem da delegacia, que funciona como unidade prisional naquele município.

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