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Política

14/03/2019 ás 19h02 - atualizada em 14/03/2019 ás 19h17

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Larissa Botelho

Manaus / AM

AM vai receber 1 milhão de vacinas contra H1N1 no final de semana, diz Bolsonaro
Previsão do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, é de que vacinação no Estado comece na próxima segunda-feira (18)
AM vai receber 1 milhão de vacinas contra H1N1 no final de semana, diz Bolsonaro
Divulgação

O Amazonas deve receber neste final de semana 1 milhão de doses da vacina contra a gripe H1N1. A informação foi divulgada, nesta quinta-feira (14), pelo presidente da República, Jair Bolsonaro (PSC), e o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, durante transmissão ao vivo feita na página oficial do chefe do Executivo brasileiro no Facebook.


"Hoje o presidente viabilizou a ogística para mandar as vacinas ao Amazonas. Acredito que até a Secretaria Estadual (de Saúde) receber e distribuir (nos postos de vacinação), capaz de neste fim de semana ou segunda-feira a gente já estar vacinando gestantes e crianças pequenas", afirmou Mandetta na live.


O Amazonas vive um surto de gripe H1N1. Subiu para 96 o número de pessoas infectadas com o vírus da Influenza A (H1N1), conforme a edição nº 08 do Boletim Epidemiológico da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no Estado do Amazonas, divulgado nesta quarta-feira (13), pela Fundação de Vigilância em Saúde (FVS). Um aumento de 5 casos positivos para a infecção em relação ao último informe, divulgado na segunda-feira (11). 


Ainda segundo o boletim da FVS, foram notificados 509 casos da Síndrome Gripal Grave (SGG), dos quais 57, também são positivos para o Vírus Sincicial Respiratório (SRV).


Não houve registro de novos óbitos por H1N1, permanecendo o total de 24 mortes pelo Estado - 20 em Manaus, duas em Manacapuru, uma em Parintins e uma em Itacoatiara. Outros seis óbitos foram confirmados por Vírus Sincicial Respiratório, sendo cinco de Manaus e um de Borba, além de um óbito em Manaus por Parainfluenza tipo 3.


No último dia 25 de fevereiro, o Governo do Estado informou que já havia uma negociação para a antecipação da Campanha Nacional para março, ao invés do mês de abril.


"A prioridade serão as pessoas em grupo de risco, que são bebês, idosos, grávidas, mulheres até 45 anos em resguardo, pessoas com doenças crônicas, trabalhadores da saúde, da educação e do sistema prisional, detentos de unidades prisionais e indígenas’’, disse a diretora-presidente  da  Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM), Rosemary Costa.

FONTE: A crítica

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