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Política

10/01/2019 ás 15h11

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Jéssyca Lorena

Manaus / AM

Prejuízo na Saúde é de R$ 2 mi em medicamentos estragados, diz Governo
Nos próximos 15 dias há outros medicamentos vencendo e o prejuízo pode ser ainda maior, somando mais R$ 1 milhão
Prejuízo na Saúde é de R$ 2 mi em medicamentos estragados, diz Governo
Reprodução

O governador Wilson Lima (PSC) constatou um desabastecimento de 75% na central de abastecimento. Para o novo Governo, o soro fisiológico é o mais crucial. Segundo o governador, o material precisa vir de Goiânia. “Nós só temos insulina pelos próximos 15 dias", revelou. O anúncio foi na manhã desta quinta-feira (10), durante vistoria na Central de Medicamentos do Amazonas (Cema).


Na ocasião, o secretário de estado de Saúde do Amazonas e vice-governador, Carlos Almeida (PRTB), ressaltou que está levantando dados. "O Estado precisa de previsão com dados consolidados sobre o setor, e constatamos que não havia sido feito esse levantamento", disse. 


Outras irregularidades foram constatadas por ele, como precariedade nos serviços disponibilizados pelo Sistema de Regulação (Sisreg) e falta de funcionários que atenda todas as demandas. 


Questionado sobre possíveis atrasos salariais das empresas terceirizadas, o secretário manteve o discurso de que cada caso precisa ser analisado. "A outra situação que precisamos constatar é sobre empresas que não repassam os valores aos seus funcionários", garante. 


Ainda segundo o governo, está faltando 300 mil unidades de soro, podendo chegar ao valor de R$ 3 milhões. 


Lima também constatou outras irregularidades como o valor de R$ 2 milhões em medicamento estragado. Ele estipulou um prejuízo de mais de R$ 1 milhão em medicamentos, que irão vencer nos próximos 15 dias. 


"Ontem, nós tivemos que fazer uma compra emergencial de anestésico", disse ele acrescentando que garantiu o envio da situação aos órgãos reguladores. Segundo ele, centro cirúrgicos tiveram que parar por falta do medicamento. 


No interior, ainda segundo Lima, a situação é pior. "Vamos fazer o que é possível para que as unidades hospitalares tenham os insumos para melhorar o atendimento", frisou. 

FONTE: Em Tempo

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