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Saúde

10/09/2018 ás 18h31

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Jéssyca Lorena

Manaus / AM

Manaus tem 881 casos confirmados de sarampo, aponta Informe Epidemiológico
No total, desde o início do surto de sarampo no mês de fevereiro, Manaus tem 7.763 notificações da doença, o que inclui os 881 casos confirmados, 371 descartados e 6.511 casos suspeitos
Manaus tem 881 casos confirmados de sarampo, aponta Informe Epidemiológico
Divulgação

O 27º Informe Epidemiológico de Monitoramento do Sarampo, divulgado nesta segunda-feira (10) pela Prefeitura de Manaus, apontou que a capital amazonense conta com mais dez casos confirmados de sarampo desde o último informe, do dia 3 de setembro, totalizando 881 casos da doença até o momento. Nesse mesmo período, os casos suspeitos, que ainda estão em investigação para confirmação laboratorial ou descarte, passaram de 6.222 para 6.511.


No total, desde o início do surto de sarampo no mês de fevereiro, Manaus tem 7.763 notificações da doença, o que inclui os 881 casos confirmados, 371 descartados e 6.511 casos suspeitos.


A diretora do Departamento de Vigilância Ambiental e Epidemiológica (Devae/Semsa), enfermeira Marinélia Ferreira, destaca que a Semsa continua intensificando a oferta da vacina contra o sarampo para a faixa etária de seis meses a 49 anos, disponibilizada em todas as 183 salas de vacina do município de Manaus.


De acordo com dados do Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunização (SI-PNI), já foram aplicadas 660.102 doses de vacina entre a população de Manaus, incluindo as ações de Campanha de Vacinação direcionadas para crianças de seis meses a cinco anos, e as ações de rotina, com primeira e segunda dose, de intensificação, varredura e bloqueios vacinais.


“A vacina é a única forma de prevenção contra o sarampo e os serviços de saúde continuam ofertando o serviço para a população na rotina de atendimento. Os pais e responsáveis precisam ficar atentos para a atualização vacinal dos filhos, tanto as crianças quanto adolescentes. E os adultos jovens devem procurar uma Unidade de Saúde para avaliação da situação vacinal, principalmente de 20 a 29 anos, que representa a faixa etária com maior aumento no registro dos novos casos suspeitos”, alerta Marinélia Ferreira.

FONTE: A Crítica

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